Muito, Pouco
Estou além,
Ali á quem
fico petreficado,
Neste ser sem pecado,
Quem mora ao lado?
Não sei,
Entendi por bem,
Viver aquém,
Por não gostar,
Do modos vivendis,
Dos seres errantes,
Ditos cabeças pensantes,
O alma minha,
Como és desigual,
Por onde andares,
Seres sempre igual.
Muito, pouco,
Mora dentro de mim,
Uma moça chamada serenidade,
Que me acabou de vez,
Com a maldita ansiedade.
Não sei se pratico o bem,
Mas o mal não com toda a certeza,
Nesta cabeça pensante,
E neste ser errante,
Ela toma conta de mim,
Longe lá do alto,
Com a minha contribuição é certo,
Mas assim vivo de bem neste deserto.
Ai ai, o que aí anda.....
Que tantos aflige,
Olhem bem para dentro,
Que nem a todos atinge.
O espírito não alimenta,
Mas tráz serenidade, paz e harmonia,
Sigam o caminho certo,
E as suas directrizes,
E seram mais vezes felizes.
E por aqui fico,
Neste minha bolha,
Os escritos saem hoje de carreira,
Só não sei, se de boa maneira.
Pedro José Guerra
Alcobaça, 7 de Maio de 2012
Ali á quem
fico petreficado,
Neste ser sem pecado,
Quem mora ao lado?
Não sei,
Entendi por bem,
Viver aquém,
Por não gostar,
Do modos vivendis,
Dos seres errantes,
Ditos cabeças pensantes,
O alma minha,
Como és desigual,
Por onde andares,
Seres sempre igual.
Muito, pouco,
Mora dentro de mim,
Uma moça chamada serenidade,
Que me acabou de vez,
Com a maldita ansiedade.
Não sei se pratico o bem,
Mas o mal não com toda a certeza,
Nesta cabeça pensante,
E neste ser errante,
Ela toma conta de mim,
Longe lá do alto,
Com a minha contribuição é certo,
Mas assim vivo de bem neste deserto.
Ai ai, o que aí anda.....
Que tantos aflige,
Olhem bem para dentro,
Que nem a todos atinge.
O espírito não alimenta,
Mas tráz serenidade, paz e harmonia,
Sigam o caminho certo,
E as suas directrizes,
E seram mais vezes felizes.
E por aqui fico,
Neste minha bolha,
Os escritos saem hoje de carreira,
Só não sei, se de boa maneira.
Pedro José Guerra
Alcobaça, 7 de Maio de 2012

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