Semana
Uma semana passou,
Outra se segue,
E eu anseio,
O que ninguém percebe.
Procuro a cola,
Mãos distraídas,
A vida partida,
De cacos sempre a ser construida.
Obrigado a cada mágoa,
Agradeço á superficialidade,
Sem vôces não construia nada,
A vôces agradeço meu ser.
Não limito o infinito
Não regulo o divino
E o que vivo não entendes
Por teu pouco ou nenhum tino.
Deixa que ele te penetre te conceda ser actor no poema eterno e de hora de felicidade e dor sê espectador de ti próprio ou dele por ti velado e tambem por ti expresso nome só de inanimado.
Outra se segue,
E eu anseio,
O que ninguém percebe.
Procuro a cola,
Mãos distraídas,
A vida partida,
De cacos sempre a ser construida.
Obrigado a cada mágoa,
Agradeço á superficialidade,
Sem vôces não construia nada,
A vôces agradeço meu ser.
Não limito o infinito
Não regulo o divino
E o que vivo não entendes
Por teu pouco ou nenhum tino.
Deixa que ele te penetre te conceda ser actor no poema eterno e de hora de felicidade e dor sê espectador de ti próprio ou dele por ti velado e tambem por ti expresso nome só de inanimado.
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