Despercebido
Gostava de ser Invisível, Não para espreitar, Mas para viver e amar, Sem ninguém reparar. Seria Feliz, quando partir, Que meu funeral leve uma pessoa só, E que estampado no seu rosto, Um sorriso de alegria pela minha partida. Nada quero ter, Tudo quero ser, Amar e viver, O desapego no meu ser. Gostava de ser invisível, E que ninguém desse conta, Era sinal de nobreza, Neste mundo de pobreza.