Enloquecer
Quem me dera enloquecer,
Viver sem saber,
Comer, dormir, ler e defecar,
Sem em mais nada pensar.
Cair no vazio,
As bases esvoaçarem,
Minha cabeça livre,
Para sentir e pensar.
Sentir e pensar,
Sem interferência de nada,
Pelo mundo vadear,
Ser livre, revolto e ignóbil como o mar.
Nada nos diferencia dos animais,
Todos vivemos pela luta da subsistência,
Menos puros que que os mesmos,
Não respeitamos a inteligência.
Por aqui andamos á espera de algo,
Quando ninguém pensa,
Que mesmo com sapiência,
A coisa certa, quando nascemos,
É que morremos.
Todos da mesma forma,
Seja qual a razão e proveniência,
Porque não damos sentido á vida?
Em vez de amesquinhar-mos a nossa própria inteligência!!!.
Enloquecer deve ser bom,
Uma forma pura de vida,
Diferente dos demais,
Que pensam igual aos animais.
Respeito, valores e amor,
Que coisa rara nos sobreviventes,
Pensam no eterno,
Sem saber que estão doentes.
Plantas, quanto vos amo,
Vivem como nós, humanos
Mas, mais nobres e repeitando os ciclos,
De uma forma harmoniosa,
Nascem e morrem.
Sem saudade deixar,
Nem mal fazer,
Cumprem sua função,
Neste mundo cão.
Existe algo mais nobre?
Julgo que não,
Belas e cheirosas,
As plantas harmoniosas.
Ingrata a vida pelas pessoas,
Que não sabem viver,
Quem me dera enloquecer,
Para a este mundo não pertencer.
Pedro José Coelho Guerra
Viver sem saber,
Comer, dormir, ler e defecar,
Sem em mais nada pensar.
Cair no vazio,
As bases esvoaçarem,
Minha cabeça livre,
Para sentir e pensar.
Sentir e pensar,
Sem interferência de nada,
Pelo mundo vadear,
Ser livre, revolto e ignóbil como o mar.
Nada nos diferencia dos animais,
Todos vivemos pela luta da subsistência,
Menos puros que que os mesmos,
Não respeitamos a inteligência.
Por aqui andamos á espera de algo,
Quando ninguém pensa,
Que mesmo com sapiência,
A coisa certa, quando nascemos,
É que morremos.
Todos da mesma forma,
Seja qual a razão e proveniência,
Porque não damos sentido á vida?
Em vez de amesquinhar-mos a nossa própria inteligência!!!.
Enloquecer deve ser bom,
Uma forma pura de vida,
Diferente dos demais,
Que pensam igual aos animais.
Respeito, valores e amor,
Que coisa rara nos sobreviventes,
Pensam no eterno,
Sem saber que estão doentes.
Plantas, quanto vos amo,
Vivem como nós, humanos
Mas, mais nobres e repeitando os ciclos,
De uma forma harmoniosa,
Nascem e morrem.
Sem saudade deixar,
Nem mal fazer,
Cumprem sua função,
Neste mundo cão.
Existe algo mais nobre?
Julgo que não,
Belas e cheirosas,
As plantas harmoniosas.
Ingrata a vida pelas pessoas,
Que não sabem viver,
Quem me dera enloquecer,
Para a este mundo não pertencer.
Pedro José Coelho Guerra
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