Momento
Vejo o momento actual do mundo onde vivemos, e sorrio.........
Será que só eu dei conta que este era o destino?
A sociedade de consumo, o capitalismo, a soberba, a vaidade, as inverdades, a subversão dos princípios, o egoísmo, o egocentrismo, será que ninguém viu que este era o final esperado?
Pai, Filho e Espírito Santo, ainda ninguém entendeu que temos de viver na era do Espírito Santo? Quem sem amor, respeito, palavra, compaixão, e valores morais o destino do mundo era este?
Que o caminho do capitalismo degenerou na era da globalização, e que o que comanda a vida são os interesses do ter e não do ser, que vivemos completamente subvertidos do caminho ao qual todos deviamos percorrer?
Perderam-se os valores da família, a noção do certo e do errado, e que o verdadeiro momento se deve a uma crise de valores, e não monetária?
Entendia-se que o capitalismo, fruto da revolução industrial, era o caminho para a felicidade, a qual todos ficamos presos pelo ter, tudo quantificado e mensurado por números e não pelo caminho da liberdade do ser, pela libertação do que cada indivíduo têm dentro de si para criar e dar aos outros de melhor.
Somos todos prisioneiros do ter, de compromissos, de angústias, de faltas de carácter e de sermos honestos connosco e com os outros. Enquanto não nos centrarmos no intemporal, e na verdadeira issência do ser, duvido que tenhamos um melhor momento.
Existêm três pilares fundamentais para a solidificação de um estado ou nação, educação, justiça e saúde, será necessário dizer que não existe qualquer um deles?E que vivemos na hipocresia da mentira, das inverdades e omissões?
Que ao lerem estas palavras, consigam reflectir um pouco sobre o mundo, o nosso país, e o destino a que chegamos, porque todos nós, sem excepção somos culpados, somos meros soldadinhos os quais, nos deixamos toldar por um mundo e uma felicidade que não passou de mera utopia, e assente em pés de barro, no ter.
Pensem no ser, boiem, não nadem, parem, pensem, descubram outras formas de estar, ser e pensar, porque este modelo, que todos adoptaram é o principio do fim de tudo o que queria-mos e desejavamos.
eis aqui o que procuro
ter eu amor do passado
com a paixão do futuro
Mas há um remédio bem simples
para não ser inseguro
é amar vida sem tempo
ou seja o presente puro>
Será que só eu dei conta que este era o destino?
A sociedade de consumo, o capitalismo, a soberba, a vaidade, as inverdades, a subversão dos princípios, o egoísmo, o egocentrismo, será que ninguém viu que este era o final esperado?
Pai, Filho e Espírito Santo, ainda ninguém entendeu que temos de viver na era do Espírito Santo? Quem sem amor, respeito, palavra, compaixão, e valores morais o destino do mundo era este?
Que o caminho do capitalismo degenerou na era da globalização, e que o que comanda a vida são os interesses do ter e não do ser, que vivemos completamente subvertidos do caminho ao qual todos deviamos percorrer?
Perderam-se os valores da família, a noção do certo e do errado, e que o verdadeiro momento se deve a uma crise de valores, e não monetária?
Entendia-se que o capitalismo, fruto da revolução industrial, era o caminho para a felicidade, a qual todos ficamos presos pelo ter, tudo quantificado e mensurado por números e não pelo caminho da liberdade do ser, pela libertação do que cada indivíduo têm dentro de si para criar e dar aos outros de melhor.
Somos todos prisioneiros do ter, de compromissos, de angústias, de faltas de carácter e de sermos honestos connosco e com os outros. Enquanto não nos centrarmos no intemporal, e na verdadeira issência do ser, duvido que tenhamos um melhor momento.
Existêm três pilares fundamentais para a solidificação de um estado ou nação, educação, justiça e saúde, será necessário dizer que não existe qualquer um deles?E que vivemos na hipocresia da mentira, das inverdades e omissões?
Que ao lerem estas palavras, consigam reflectir um pouco sobre o mundo, o nosso país, e o destino a que chegamos, porque todos nós, sem excepção somos culpados, somos meros soldadinhos os quais, nos deixamos toldar por um mundo e uma felicidade que não passou de mera utopia, e assente em pés de barro, no ter.
Pensem no ser, boiem, não nadem, parem, pensem, descubram outras formas de estar, ser e pensar, porque este modelo, que todos adoptaram é o principio do fim de tudo o que queria-mos e desejavamos.
ter eu amor do passado
com a paixão do futuro
Mas há um remédio bem simples
para não ser inseguro
é amar vida sem tempo
ou seja o presente puro>
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