Estou além, Ali á quem fico petreficado, Neste ser sem pecado, Quem mora ao lado? Não sei, Entendi por bem, Viver aquém, Por não gostar, Do modos vivendis, Dos seres errantes, Ditos cabeças pensantes, O alma minha, Como és desigual, Por onde andares, Seres sempre igual. Muito, pouco, Mora dentro de mim, Uma moça chamada serenidade, Que me acabou de vez, Com a maldita ansiedade. Não sei se pratico o bem, Mas o mal não com toda a certeza, Nesta cabeça pensante, E neste ser errante, Ela toma conta de mim, Longe lá do alto, Com a minha contribuição é certo, Mas assim vivo de bem neste deserto. Ai ai, o que aí anda..... Que tantos aflige, Olhem bem para dentro, Que nem a todos atinge. O espírito não alimenta, Mas tráz serenidade, paz e harmonia, Sigam o caminho certo, E as suas directrizes, E seram mais vezes felizes. E por aqui fico, Neste minha bolha, Os escritos saem hoje de carreira, Só não sei, se de boa maneira. Pedro José Guerra ...
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