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A mostrar mensagens de 2008

Mensagem de Natal e de Ano Novo

Porque te confundes e agistas perante os problemas da vida? Deixa oa meu cuidado todas as tuas coisas e tudo correrá melhor. Quanto te entregas a Mim tudo se resolve com tranquilidade segundo os Meus desígnios. Não desesperes, não me dirijas uma oração agitada, como se quizesses exigir-Me o cumprimento dos teus desejos. Fecha os olhos da alma e diz-me com calma: JESUS, CONFIO EM TI. Evita as preocupações angustiosas e os pensamentos sobre o que se pode suceder depois. Não estragues os meus planos querendo-me impor as tuas ideias, deixa-me ser Deus e agir com Liberdade. Entrega-te confiadamente a Mim, repousa em Mim e deixa em Minhas mãos o teu futuro. Diz-me frequentemente JESUS, CONFIO EM TI. O que mais te danifica é o pensamento e as tuas próprias ideias querendo resolver as coisas á tua maneira. Quando me dizes: JESUS, CONFIO EM TI , não sejas como um paciente que pede ao médico que o cure e sugira o modo de tratamento. Deixa-te levar em meus braços divinos, não tenhas ...

Enloquecer

Quem me dera enloquecer, Viver sem saber, Comer, dormir, ler e defecar, Sem em mais nada pensar. Cair no vazio, As bases esvoaçarem, Minha cabeça livre, Para sentir e pensar. Sentir e pensar, Sem interferência de nada, Pelo mundo vadear, Ser livre, revolto e ignóbil como o mar. Nada nos diferencia dos animais, Todos vivemos pela luta da subsistência, Menos puros que que os mesmos, Não respeitamos a inteligência. Por aqui andamos á espera de algo, Quando ninguém pensa, Que mesmo com sapiência, A coisa certa, quando nascemos, É que morremos. Todos da mesma forma, Seja qual a razão e proveniência, Porque não damos sentido á vida? Em vez de amesquinhar-mos a nossa própria inteligência!!!. Enloquecer deve ser bom, Uma forma pura de vida, Diferente dos demais, Que pensam igual aos animais. Respeito, valores e amor, Que coisa rara nos sobreviventes, Pensam no eterno, Sem saber que estão doentes. Plantas, quanto vos amo, Vivem como nós, humanos Mas, mais nobres e repeitando os ciclos, De uma f...
Enquanto não superarmos a ânsia do amor sem limites, não podemos crescer emocionalmente. Enquanto não atravessarmos a dor de nossa própria solidão, contunuaremos a nos buscar em outras metades. Para viver a dois, antes, é necessário ser um. Fernando Pessoa

Saudade

A saudade é como um rio Corre sempre sem parar Em seu leito,choram as pedras Na vida somos nós a chorar. *A saudade é uma ilusão Uma escada sempre ocupada Não há um espaço vazio Onde não haja uma mágoa. *Magoas de amor, quem não teve Talvez porque nunca amou Por ter medo de sonhar Ou porque nunca acordou. *É sempre tempo de acordar E sonhar uma vez na vida Mesmo que deixe uma mágoa Nunca é saudade perdida.

Quadras

Chamaste-me tua vida, Eu tua alma quero ser; A vida côa morte, A alma não pode morrer. Não choro por me deixares, Que o jardim mais flores têm; Choro que não hás-de achar Quem te queira tão bem. Quem embarca, quem embarca, Quem vem para o mar, quem vem? Quem embarca nos meus olhos? Oh que linda maré tem! Esta noite soprou vento Com pontinhas de suão: Abriram-se as rosas todas, Dentro do meu coração. Tudo o que é triste no mundo Tomara que fosse meu, Para ver se tudo junto Era mais triste do que eu. Ó estrelinha do Norte, Espera por mim que eu vou; Alumia-me o caminho, Já que o luar me enganou.

Momento

Vejo o momento actual do mundo onde vivemos, e sorrio......... Será que só eu dei conta que este era o destino? A sociedade de consumo, o capitalismo, a soberba, a vaidade, as inverdades, a subversão dos princípios, o egoísmo, o egocentrismo, será que ninguém viu que este era o final esperado? Pai, Filho e Espírito Santo, ainda ninguém entendeu que temos de viver na era do Espírito Santo? Quem sem amor, respeito, palavra, compaixão, e valores morais o destino do mundo era este? Que o caminho do capitalismo degenerou na era da globalização, e que o que comanda a vida são os interesses do ter e não do ser, que vivemos completamente subvertidos do caminho ao qual todos deviamos percorrer? Perderam-se os valores da família, a noção do certo e do errado, e que o verdadeiro momento se deve a uma crise de valores, e não monetária? Entendia-se que o capitalismo, fruto da revolução industrial, era o caminho para a felicidade, a qual todos ficamos presos pelo ter, tudo quantificado e mensurado p...

Agonia

Agonia em que me encontro, Com a incerteza de mão dada, Faz imergir a sensibilidade, E o apelo a escrever sobre nada. Minha mulher, a agonia, Consegue que eu não seja triste. Ah, que bom é ao coração, Ter este lar que nada existe. Recolho a não ouvir ninguém, Não sofro o insulto de um carinho, Falo alto sem que seja ouvido, Nascem-me os versos no caminho. Agonia maldita, Que me aperta a alma e tolhe meu pensamento Foge para longe de mim Assim como as nuvens pelo vento.

Descobrir, Inventar (reflexões de uma vida)

Faz muito que não escrevo, Por isso me lembrei, Umas pequenas palavras, Dizer aqui D`el Rei. Se é no presente que escrevo do passado, Porque não falar do que de momento me tocou, Interrompendo o lembrar? Nada do que sabemos ou ou vemos e nenhuma de nossas ignorâncias existe senão porque somos o que somos. Sensações nos constroem o mundo e não certeza alguma de que alguma coisa exista no real: Tudo pode ser construção e sonho nosso. Uso a filologia para me defender, dela se conclui que não invento coisa alguma no sentido vulgar da palavra, simplesmente vou ao encontro de uma realidade que me tinha esquecido de lembrar, e isto pelos acidentes de uma vida na terra; revestir-se de carne é uma beleza, mas às vezes atrapalha seu bocado. A curioso ponto cheguei: afinal os sentidos comuns de inventar ou descobrir são abusivos: só por meu esforço, sorte ou providência lhe vou ao encontro e inventario. O desvelo ou revelo, lhe tiro o grosso véu ou o fino véu, que só a míopes, cobria o que se ...

Patinho

Meto-te para dentro e fecho a janela, O meu coração dá-te as boas noites, Oxalá a minha vida seja sempre isto, Sentir a minha vida correr por ti, Como um rio pelo seu leito. E lá fora uma grande silência como um Deus que dorme

Idade da Razão

A distância entre dois pontos, Quase sempre não é uma linha recta e, Inteligência nada têm haver com sabedoria, As flores que hoje floriram nos vasos da minha varanda, têm com certeza, algum ponto em comum com o frágil e deficitário sistema bancário Português. A inteligência é intrínseca a cada ser humano, A sabedoria aprende-se na escola da vida, e o decifrar dos enigmas e questões encontram-se com reflexão com base nos pressupostos acima referidos e com abertura de espírito. A idade da razão poderá chegar mais cedo, se existir práticas ao serviço da mesma, encontro-me a meio do funil, nem à parte estreita ainda cheguei, mas a certeza tenho, Nesta busca incessante no viver de uma forma desmesuradamente emotiva e introspectiva, me levará um dia ao estado de alma que eu chamo de paz, tranquilidade e serenidade. É ingrato, a quem se esforça, a idade da Razão chegar tarde. Porque tarde, muitas vezes é voltar a fazer tudo de novo, ou de forma diferente (casamento da inteligênci...

Minha mensagem de Pascôa

Conheço muita gente, católica, agnóstica e de outras religiões, estas palavras dirigem-se a quem as quizer ler na qualidade de cidadão. Ao viver na minha bolha, a minha actividade profissional, leva-me a constatar uma série de pressupostos que deveriam fazer parte da homilia do Domingo da Pascôa. Representa uma afronta à Pascôa de Jesus haver pessoas(...) que não têm casa para morar, nem pão para matar a fome, nem trabalho onde exercer uma actividade benéfica. Pessoas que vivem na ausência de amor, afecto, enquanto nós na chamada globalização vivemos cheios de tudo, e no fundo com nada, pobres de espírito e de alma. Para os que pensam que os males são de agora, a degradação moral do vício, da mentira, do egoísmo, da corrupção, da intriga, da inveja, alastra como mancha negra sobre as consciências de quem as têm. Os efeitos preversos da avalanche de droga, a insegurança dos cidadãos, a criminalidade, levam-me a só sair da minha bolha, porque sou obrigado, até porque ao ter consciência ...

Amor

Hoje chegaste de onde nunca partiste, Lá longe, olhas por mim, Eu sei, meu anjo, Nunca te esqueci. Carta tua, trinta anos depois, recebi Onde criança adulta demonstras, A candura e pureza d´ alma, Dos seres abençoados por Deus. Partiste, Por teu lugar ser junto de Deus, Mesmo no escuro Existe uma Luz de encantar, Para eu, te poder ver... Meu amor pequenino, E meu caminho ilumiar. Sem te ter, nunca te perdi, Não estejas triste, Onde quer que estejas, Existirei sempre para te amar, E um dia, todos juntos de novo, Iremos estar. Pedro José Coelho Guerra Para ti com amor do mano

Sonho

Existe uma relação entre o sonho, por um lado, e , por outro, os níveis subtis e grosseiros do corpo. Mas existe um «estado especial do sonho». Nesse estado, «o corpo especial do sonho» é criado através do espírito e da energia vital do interior do corpo. Este corpo especial do sonho é capaz de se dissociar completamente do corpo físico grosseiro e viajar para outro lugar. Uma forma de desenvolver este corpo especial do sonho é, em primeiro lugar, reconhecer o sonho como sonho quando ele ocorre. Depois, descobri que o sonho é domável e esforço-me para o controlar e apreciar, a beleza rara de uma pedra que para mim é preciosa. Para ti Pedro José Guerra

Platónico

Boca, Labios, Pele, Toque, Sabor e Paladar, Tudo tens para me dar. Para mim foste feita, sem a vida te querer ofertar, por mais voltas que dês, Ao meu coração vens parar. Existêm momentos únicos, onde só os afoitos chegam, Por eles vale a pena lutar, Sentir, chegar e amar. E quem nunca os sentiu, Não viveu, escondeu-se, Por medo de sentir, amar e partilhar, Ferir ou até amar. Para ti Pedro José Guerra

Certo

Parti do errado, E cheguei ao certo, Mesmo sabendo que o certo, é errado. A vida, É a antítese da morte, Para morrer basta estar vivo, E para viver é preciso morrer. Dentro destas analogias, Onde encontro a razão, Cai-o no vazio, Mas enche-se o coração. De pequenos nadas, Onde tudo se encontra, A vida é feita, Pelos que amam Choram, riem Sofrem, e encatam Mas uma certeza eu tenho, Mais vale viver vivendo, Do que morrer sem nunca ter vivido. Para ti Pedro José Guerra

A sociedade - Caminho

" a desagregação da sociedade, dos costumes, do indivíduo comtemporâneo da época do consumo em massa, a emergência de um modo de socialização e de individualização inédito, em rutura com o instituído desde os séculos XVII e XVIII". " O ideal moderno de subordinação do individual às regras racionais colectivas foi pulverizado(...); já nenhuma ideologia política é capaz de inflamar as multidões, a sociedade pós-moderna já não tem ídolos nem tabus, já não possui qualquer imagem gloriosa de si própria ou projecto histórico mobilizador; doravante é o vazio que nos governa, um vazio sem trágico nem apocalipse. Vislumbro um oculto alcance, um oculto valor, no fenómeno mais marcante da modernidade - a saber: o nilismo. Assim, o nilismo refere o processo de " extremação da cisão", de "assumpção do nada", processo através do qual através do qual ser-me-á dado regressar, em última instância, a outras etapas da minha vida, ao próprio princípio do pensar, à propri...

Amor ou Morte

És formosa Como a rosa De manhã, Graciosa, Caprichosa Mui louçã. Repito tu és mui linda Fascinante Estonteante Como outra não vi ainda. Nutro por ti paixão viva Só a ti no mundo adoro Porém choro Pois vejo que és mais esquiva E oh! sim mas muito mais Que a sensitiva! E por isso solto ais Lancinantes Penetrantes. Mas tu oh! má não ouves Ou finges não atender. Com eles não te comoves E sem dó vês-me sofrer. Pois saiba minha flor Se o meu amor não quizer Minha alma viver não quer... Eu morrerrei. Oh! horror Então de tal desventura A culpada Serás tu oh! minha amada Donzela tão linda e pura! Serás entre criminoso Indigno de compaixão Farás um crime horrorosso Esfacelarás um coração! E não será tão cruel O mais cruel assasino De instinto mais tigrino Como tu pomba sem fel!

Onde irei?

Aonde irei neste sem-fim perdido, Neste mar oco de certezas mortas? - Fingidas afinal todas as portas Que no dique julguei ter construído... A horas flébeis, outonais- Por magoados fins de dia- A minha Alma é água fria Será que um dia êm fim.....

Azul

Hoje o céu esta mais azul, e sinto-te, Olho á volta, e sinto-te, É uma espécie de aconchego, Que nem a distância apaga. O amor é algo mais que físico, É o bem estar, sem estar, É o querer, tendo, É o aconchego, sem colo, É amar, amando. Uma papoila do campo, Assim és tu meu amor É linda sem grandes cuidados, A mulher que eu amo, com tanto fulgor.

Como o meu amor surgiu por ti

Ao cair do dia surgiste, Ao luar te senti, Estavas linda e eu num pranto, Quando te amei e te vi. Vieste de longe, Estando perto, Será que entendes! Que este é amor está certo! No dia andamos, De noite passeamos, Pela lua nos encatamos E por fim nos beijamos. A distância entre duas linhas é ténue, Assim como aquilo que nos separa, Ter medo e pensar , É fugir, a amar sem nunca viver. Não me importo com as rimas. Raras vezes Há duas árvores iguais, uma ao lado da outra. Penso e escrevo como as flores têm cor Mas com menos perfeição no meu modo de exprimir-me Porque me falta a simplicidade divina De ser todo só o meu exterior. Pedro José Guerra

Dia de São Valentim (quadras soltas)

Ai quem me dera no tempo Em que amar era um bem! Ai, o amor do meu pai, Os beijos da minha mãe! O amor já não me quer, Já me esquece e me desama. Tão pouco tempo a mulher Leva a provar que não ama! A vida é pouco aos bocados. O amor é vida a sonhar. Olho para ambos os lados E ninguém me vem falar.

Liberdade

Ai que prazer Não cumprir um dever, Ter um livro para ler E não o fazer! Ler é maçada, Estudar é nada. O sol doira Sem literatura. O rio corre, bem ou mal, Sem edição original. E a brisa, essa, De tão naturalmente matinal, Como tem tempo não têm pressa... Livros são papéis pintados com tinta. Estudar é uma coisa em que está insistinta A distinção entre o nada e coisa nenhuma. Quanto é melhor, quando há bruma, Esperar por D. Sebastião, Quer venha ou não! Grande é a poesia, a bondade e as danças... Mas o melhor do mundo são as crianças, Flores, música, o luar, e o sol, que peca Só quando, em vez de criar, seca. O mais do que isto É Jesus Cristo, Que não sabia nada de finanças Nem consta que tivesse biblioteca... Fernando Pessoa

Minha Mulher

Minha mulher, a solidão, Consegue que eu não seja triste. Que bom é ao coração Ter este bem que não existe! Recolho a não ouvir ninguém, Não sofro o insulto de um carinho E falo alto sem que haja alguém: Nascem-me os versos do caminho. Senhor, se há bem que o céu conceda Submisso à opressão do Fado, Dá-me eu ser só -- veste de seda--, E fala só--leque animado. Fernando Pessoa

Nada

Nada, do nada tudo se têm, E quem têm, De repente, Fica com nada. Impermanência, Conceito da vida, Principio e fim! CAMINHO.

Momento

Triste estou, Por feliz estar, A vida muita coisa me deu, E com isso a arte de amar. Fico Feliz porque vivi, E triste porque recordo, Ainda assim bafejado, Por amar e ter sido amado. Quem não entende, Sensibilidade pouca, Passa ao lado, Ou será uma mente louca?

Uma Flôr Indiana

Música, luxária Desejo, tesão, Loucura, prazer Amor e paixão Duas bocas, uma só, Dois corpos interligados, Momentos de loucura, Personificação da união. Quem os viveu, Únicos, enigmáticos e eloquentes, Guarde no seu coração, Estes momentos de paixão Pode-se viver e morrer Sem isso conhecer, Serei em parte feliz Por tais momentos viver.

Flor

Flor que não dura Mais do que a sombra do momento Tua frescura Persiste no meu pensamento. Não te perdi, No que sou eu, Só não mais, ó flor, te vi Onde não sou senão a terra e o céu.

Sorriso

Passava eu na estrada pensando impreciso, Triste à minha moda. Cruzou um miúdo, olhou-me, e um sorriso Agradou-lhe a cara toda. Bem sei, bem sei, sorrirá assim A um outro qualquer. Mas então sorriu assim para mim... Que mais posso eu qu´rer? Não sou nesta vida nem eu nem ninguém, Vou ser nem prazo... Que ao menos na estrada me sorria alguém Ainda que por acaso.

Agonia

Agonia Sinto porque vivo, Esta agonia maldita, Vivo porque sinto, Minha alma ainda acredita? O mundo que não quiz, A familia que amo, Meus sonhos acredito, Num num mundo desumano. Aqui ando, Sem ser compreendido, Vai-te embora agora, Ó agonia maldita.

Domingo

Domingo A chuva prende-me, Tolhe-me os movimentos, Ficando preso a casa, Á alma, e á solidão. Tanta coisa a fazer, E sem nada poder, Ó domingo triste, Que deixas tanto a perder. Espera-se pelo amanhã, Que para quem sabe, Importante será. Inquieto aguardo, Por aquilo que nunca esperei, Espero que seja por bem, Porque de bom muita coisa têm. Assim se passa mais um dia, Pelo qual nada espero, Todo o pouco que venha, Aqueça esta alma fria de um dia de Inverno.

Encontro

Encontro Encontrei-te sem querer, Admiro-te por te conhecer, Assusto-te por te querer, Afasto-te por temer. Entras-te sem avisar, Com carinho e harmonia, E ficaste a conhecer, Quem te quer, sem esperar nada receber. Simples, e bonita, Ó minha flôr do campo, Firme e frágil, Onde eu descobri tanto encanto? O dia de amanhã. quem o sabe, Mas o prazer de contigo conviver, Troxe-me de novo alegria de viver.